O debate foi na primeira sessão de quinta-feira. Por isso, o dia foi, particularmente, diferente. Conheci o resto dos colegas de grupo, antes do debate começar. Era eu, a F., a L. deu uma ajuda também, a S. e o J., estes dois últimos são brasileiros e estão no 3ºano. Gostei muito de os conhecer, são muito simpáticos e bem-dispostos. Durante o debate fomos apontando aquilo que íamos achando importante para depois fazer a peça televisiva. No final do debate, fizemos duas questões a 3 dos 4 participantes no mesmo: João Figueira (docente do curso de Jornalismo e antigo jornalista do DN), Orlando César (Presidente do Conselho Deontológico) e João Fonseca (Jornalista na Agência Lusa). É uma sensação muito boa, mas ao mesmo tempo ter de se tratar as pessoas, que não conheces, por «tu» é algo que me incomoda, mas é fácil de incorporar no momento.
Depois de almoçar, fomos para a Sala Multimédia, na qual íamos fazer o texto para a peça. No início foi muito difícil. Tínhamos muito material e não sabíamos bem por onde começar. A peça tinha de ter 2min. no máximo, a contar com as entrevistas. Um outro problema é sempre a linguagem que não se deve utilizar na televisão e o diminuir as palavras que utilizamos, dando igualmente a ideia que queremos. Uma das regras quando se faz peças é ver primeiro as imagens e depois fazer o texto, naquele momento foi impossível e contribuiu para o aumento da dificuldade. Mas lá conseguimos. Quase no final, com a ajuda da H., eu e o J. estivemos a ver e ouvir as entrevistas para depois fazer o corte. Nesta parte rimo-nos ainda mais, não vou dizer porquê, o grupo sabe e basta.
Saímos de lá as 20h. Saí a saber bem mais do que aquilo que sabia sobre televisão, peças jornalísticas, voz off e pivôt. E senti que gosto mesmo daquele ambiente. E vi os de rádio a gravar (também era na mesma sala). O bichinho radiofónico e televisivo está em alta. Mas, é melhor acordar para a realidade. E a realidade é que está aí o início do 2º semestre, que vai passar a voar, já estou a ver.
Saímos de lá as 20h. Saí a saber bem mais do que aquilo que sabia sobre televisão, peças jornalísticas, voz off e pivôt. E senti que gosto mesmo daquele ambiente. E vi os de rádio a gravar (também era na mesma sala). O bichinho radiofónico e televisivo está em alta. Mas, é melhor acordar para a realidade. E a realidade é que está aí o início do 2º semestre, que vai passar a voar, já estou a ver.
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