Hoje é dia de superstição. Estamos perante um palíndromo, ao que vulgarmente chamamos uma capicua.
Trata-se, segundo alguns especialistas, de um dia de grandes decisões, ou então olha-se apenas para o relógio fixamente, porque o mesmo momento "capicuado" só acontece de 100 em 100 anos. E alguém questiona-se, mas acontecem capicuas deste género todos os anos. Não, não acontecem todos os anos, e a explicação é simples. A soma dos números da data é de oito e, segundo a numerologia, o número oito é sinónimo de um número de poder.
Sobre este dia há várias crenças e superstições. Baseando-me na notícia do Jornal de Notícias, há crenças de sorte, para os chineses "é o dia perfeito para os solteiros encontrarem o par perfeito, enquanto quem já namora corre para a igreja"; ou de tragédia, por exemplo, "a abertura de um portal para diferentes dimensões espaciais".
Para mim, está a ser um dia normal, com alguma chuva, aulas e, no final da tarde, viagem para casa, como é normal à sexta-feira. O dito momento "capicuado" (11.11.11 às 11.11) aconteceu no meu intervalo entre as duas aulas de hoje e não se passou rigorosamente nada. Talvez isto da sorte e do azar só aconteça com quem crê que alguma coisa boa ou má irá acontecer, mas o dia ainda não acabou. Eu hoje vou ao Norte, que não aconteça uma viagem demorada, já era uma sorte com o tempo que faz.
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